Wladimir Crippa é natural de Itajaí. Após morar no Rio Grande do Sul nos anos 90 e no Rio de Janeiro, de 2000 à 2003, veio para Florianópolis, gostou e ficou. “Quando vinha à Florianópolis, geralmente por causa do movimento estudantil, sempre pensava comigo: um dia ainda vou morar aqui”. Desde muito jovem é fascinado pela tecnologia: “em 1984 já brincava com um CP 400 Color II, programando em Color Basic. Ficava todo feliz em fazer uma carinha (smile) piscando na tela de um televisor Telefunken (sim jovens nerds, os microcomputadores eram ligados em televisores, e os programas salvos em fitas K7, que vocês também não conheceram)”, lembra.

Autodidata, Wladi trabalhou com criação e desenvolvimento de sites, edição de vídeo, configuração de servidores e produção gráfica. Em 2012 conheceu a criptomoeda Bitcoin e, em 2013 passou a administrar aquele que se tornou o maior grupo sobre o tema no Facebook. Desde então tem dividido seu tempo entre o ativismo pela privacidade e transparência pública e a realização de conferências nacionais sobre Bitcoin, as chamadas BITCONFs (já foram dez eventos realizados).

Wladimir é usuário Linux desde 2000 “participei do primeiro Fórum Internacional Software Livre – FISL!” lembra. O candidato sempre levou os princípios da Cultura Livre em todas as suas militâncias e ativismos. Seja como presidente de grêmio estudantil, secretário geral da União de Estudantes de Bagé (RS), ou membro do movimento ambientalista. No 3º setor, Wladi foi tesoureiro do Instituto Arco-Íris – que atua em defesa dos Direitos Humanos em Florianópolis –  e participou de várias diretorias da Associação Software Livre SC – inclusive como presidente – e da organização de vários SOLISCs, caravanas para a Campus Party, FLISoL e hackers spaces. Além do ativismo, Wladimir Crippa tem em sua trajetória diversas experiências de gestão pública, que lhe conferem o conhecimento necessário sobre tramitações de projetos de lei e ações nas casas legislativas – fundamental para a implantação de um projeto de democracia líquida pioneiro no Brasil. Wladi trabalhou com os vereadores Helio Corbellini e Mainardi, nas  Câmaras de Vereadores de Porto Alegre e Bagé, com Marcos Rolim, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e com Bernardo de Souza, o criador do orçamento participativo (antes do PT), quando foi prefeito de Pelotas. 

Com Linus Torvalds, criador do sistema operacional Linux.

Em Florianópolis foi assessor da vereadora Angela Albino e do vereador Dr. Ricardo. Também trabalhou como assessor de informática da Câmara de Vereadores de Florianópolis e foi assessor do Ministro Celso Pansera, da Ciência, Tecnologia e Inovação, em 2016. Wladimir também foi servidor público federal – trabalhou no Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina e Conselheiro de Cultura Digital no Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis em 2019.

Com o Professor Elson Pereira.

Em 2012 Wladimir participou da fundação do Partido Pirata do Brasil e foi o primeiro tesoureiro nacional. O Partido Pirata é um movimento que iniciou na Europa e que traz para o debate político questões importantes e atuais, como o direito à privacidade, a transparência do Estado, a neutralidade da rede (internet), a tecnologia e seu uso para a promoção social e o uso de softwares livres como garantia de economia e segurança. Atualmente Wladimir é filiado ao PSOL, “um partido sério, coerente, preocupado com as questões sociais, anticapitalista, onde há uma fraterna convivência com opiniões diversas e onde podemos trazer para o debate muitas das pautas levantadas pelo Partido Pirata”, ressalta. Em 2020 Wladi decidiu, após conversas com amigos e apoiadores, dar um passo importante: lançar a primeira proposta de mandato de DEMOCRACIA LÍQUIDA no Brasil. 

“A democracia que temos hoje precisa ser radicalmente aprofundada para que saiamos de uma democracia formal para uma democracia efetivamente real para todos e todas” e explica: “os princípios do PSOL são os mesmos princípios que defendemos para nosso mandato. Queremos radicalizar a democracia, de verdade, de fato, para a maioria da população que vive, trabalha e estuda em nossa cidade”.

Wladimir é pai de quatro filhos e se descreve como um velho nerd, que gosta de Jornada nas Estrelas, Star Wars e tudo que seja nas estrelas “menos Dança com as Estrelas kkkk”, destaca. Ao escolher o número de sua candidatura, além do tradicional 50 do PSOL, Wladi não teve dúvidas sobre o número que o acompanharia nessa jornada: o 42 – uma das maiores referências da cultura nerd, surgida da série de livros O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, publicada em 1979. Na obra, após ser questionado sobre “qual o sentido da vida, o universo e tudo mais”, um supercomputador chamado Pensador Profundo responde após milênios de cálculos um simples “42”.

 

Por isso, se você quer dar sentido mais inteligente, socialmente para a vida em Floripa, o universo e tudo mais, vote Wladimir 50042 ;-).

Lutando contra o Império Galáctico.